Um rastreador de hábitos operado pelo WhatsApp, construído sobre dois modelos de pontuação: hábitos de manutenção que zeram toda meia-noite e hábitos de construção que só acumulam.

Apps de hábito pontuam todo hábito do mesmo jeito, então escovar os dentes e estudar por um ano ficam na mesma lista, com o mesmo contador de sequência. Falhe um dia em qualquer um dos dois e a punição é idêntica — o que está errado nas duas direções.
Rodando diariamente como meu próprio sistema de hábitos, com o bot do WhatsApp cuidando dos registros — o painel web é opcional, não obrigação.
O Arruma AI divide o dia em duas trilhas pontuadas de propósito de formas diferentes. Manutenção — escovar os dentes, lavar a louça — mantém o hoje de pé e zera à meia-noite, então aparece como 'hoje, 4 de 8'. Construção — estudar, se candidatar a vagas, treinar — só rende acumulada, então nunca zera e aparece como um total e uma sequência. Pular um dia não custa nada; pular trinta custa um ano. Tudo é operado por um bot no WhatsApp que cobra, anota e responde, apoiado por um painel em Next.js. Uma única sessão do Baileys atende todas as contas: o número de quem envia identifica a conta, e mensagens de números desconhecidos são ignoradas sem que o texto chegue a ser armazenado. Comandos exatos são sempre tentados primeiro, e o modelo de linguagem só cuida do que antes cairia em 'não entendi'. A privacidade é garantida pela estrutura, não pelo prompt — um arquivo monta o contexto e um arquivo fala com o modelo, e nenhum dos dois importa as tabelas de anotações, um invariante que se confere com grep.
